A tecnologia em favor do ensino de humanidades - Um blog em auxílio aos professores.
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sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Para ilustrar eleições
Uma excelente dica para professores de historia, de geografía, de atualidades entre outros. Foi lançado um aplicativo que contém diversas partes de propostas de governo de candidatos a presidência e também a governador (referente a cada um dos estados do Brasil). Esses programas foram pagos através do sistema divulgacand, do próprio tribunal superior eleitoral, ou seja, são as propostas oficiais. O aplicativo e simples, leve, e intensamente interativo. Você lê um fragmento do da proposta e escolhe se você aprova ela (vota) ou não (veta) e só então o app revela quem é o autor da proposta. Uma excelente forma de conhecer mais os programas de governo inclusive dos candidatos menos conhecidos.
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Anotação eletrônica de aula - O poder do Evernote
Faz cerca de um ano que comecei a adotar as anotações eletrônicas das minhas aulas de história com os alunos do 7o ano do ensino fundamental ao 3o do ensino médio. O processo se deu da forma mais natural possível. Os alunos que tivessem interesse poderiam trazer os seus aparelhos eletrônicos e anotar a aula de forma eletrônica (ter as suas anotações pessoais de caderno feitas através de aparelhos portáveis).
A princípio não havia limitações, sejam smartphones sejam tablets ou mesmo notebooks. Para garantir que não houvesse problemas logo percebi que algumas regras eram fundamentais:
1 - O aluno deve escolher entre anotar a aula em papel ou em forma eletrônica, mas uma vez escolhida a forma oficial tem de se manter (ter o caderno fragmentado cada parte anotada em um lugar só dificultaria o estudo depois)
2 - Querer anotar tudo de forma eletrônica já impõe duas responsabilidades. A bateria tem que já vir carregada (a única tomada da sala não daria conta de permitir a possibilidade de recarregar aparelhos portáveis) e da primeira vez que for pego fazendo qualquer coisa em seu aparelho que não anotando a aula, automaticamente está proibido de fazer anotações eletrônicas e tem de passar o caderno inteiro à limpo e ser vistado.
3 - A anotação precisa ser feita usando algum programa ou aplicativo que se utilize da nuvem (isso só pode ser feito se os alunos tiverem a internet 3G ou o local em questão tiver uma rede wifi que suporte a conexão de todos os anotadores eletônicos na Internet ao mesmo tempo (fica da dica: modens wifi padrão, mesmo das melhores marcas, só conseguem conectar 15 aparelhos ao mesmo tempo) uma das soluções que arrumei foi compartilhar o meu próprio 3G do celular através de ancoragem wifi quando necesário. Neste caso os melhores programas que sugiro são o GoogleDrive (utilizando-se do recurso googledocs que já tanto falei aqui em meu blog) ou o Evernote, que tem muitas vantagens também.
--------------
Para muitos talvez a anotação eletrônica pareça ser sem sentido. Qual a vantagem do aluno ter o seu caderno de forma eletrõnica? Não é melhor o caderno em papel com o qual todos já estão acostumados e não tem perigo de falhas?
Sem dúvida o caderno em papel tem suas vantagens, mas como essas já são evidentes para todos os que a usam há mais de 500 anos, prefiro me forcar nas vantagens das anotaões eletrõnicas:
A - A inserção em tempo real de imagens, mapas e gráficos. Com o acesso à imagens do google a um simples toque de dedo os cadernos compartilhados logo estavam lotados de imagens ilustrativas, explicativas, mapas e gráficos que comprovavam o que estava sendo falado em aula, davam mais realidade ao que estava sendo explicado. Muitas vezes uma imagem que estava presente em um texto ou apenas sendo mencionada no texto já se integrava ao caderno do aluno. Qualquer imagem ou mapa projetado por mim logo se incorporava ao caderno do aluno. E mesmo aqueles desejos mais complexos e esquemáticos, que não podiam ser achados prontos em lugar nenhum podiam ser incorporados através do simples recurso de se tirar fotos deles na lousa e inserir nos cadernos.
B - A facilidade quase nata dos alunos para anotação eletrônica. Pode parecer estranho para muitos mas a maior parte dos adolescentes hoje em dia tem como único momento em que escreve de forma manuscrita a sala de aula, todo o resto da comunicação escrita dele ocorre digitalmente. E na maior parte dos casos essa digitação não é feita em computadores, mas em aparelhos portáteis. Ou seja, ao permitir que se utilizem desses recursos estamos apenas fazendo com que façam as anotações se utilizando da forma que eles são mais especialistas, ao conrário das outras gerações que tiveram ou a sua inserção digital através de um grande teclado em cima da mesa, ou então que apenas tardiamente tiveram aceso às letras eletrõnicas e ficam "catando milho" na hora de digitar. Veja que a lógica aqui não foi obrigar a anotação eletrõnica, apenas permitir, assim muitos alunos que não se sentem a vontade em anotar digitalmente continuam tendo a segurança do papel
C - Empolgação dos alunos. Quando mais os alunos viam que suas anotaões estavam ficando mais completas, mais bonitas, com mais imagens e mapas mais começacam a se orgulhar delas. Sabemos que na sala de aula tradicional e nos cadernos tradicionais de papel há aqueles alunos que se orgulham em deixar o seu caderno impecável e outros nem tanto assim. Entretanto o que percebi é que muitos dos alunos que tinham cadernos em estado deplorável tinham muito mais facilidade de organização virtual destes cadernos e passaram a ter cadernos exemplares de forma eletrõnica. Claro, isso não é regra, há aqueles que mantiveram dificuldades em ambas anotações.
D - Uma das maiores vantagens entretanto que percebi ao me utilizar deste tipo de anotaões é a facilidade com que eu, professor, passei a ter acesso aos cadernos dos alunos. Em nossa correria é impossível recolher cadernos de centenas de alunos e levar para casa, mesmo que seja para dar uma simples olhadela. Mas todos os cadernos sejam do googledrive sejam os do evernote precisavam obrigatoriamente ser compartilhados comigo. Isso significa que ao final de cada aula eu tenho acesso a olhar o que cada aluno anotou. É claro que essa possibilidade de acesso não significa que eu vou olhar todos sempre, mas quando achar necessário posso ver, e tento ao menos ver um por semana. É incrível essa experiência pois se pode ter acesso quase em tempo real da forma como os alunos entenderam a matéria, inclusive perceber muito antes de qualquer avaliação se alguma coisa foi mal entendida por muitos e corrigir isso na aula seguinte.
E - Compartilhamento entre alunos. Cada caderno eletrônico é facilmente compartilhável com os colegas, desta forma alunos que faltam conseguem acesso muito mais facilmente ao conteúdo perdido além de que na hora de estudar os alunos passam a ter acesso a cadernos de coelgas para comletar a sua visão da aula vista, fazendo com que as notas médias de meus alunos após adotar os cadernos eletrônicos tenha subido em mais de um ponto.
A princípio não havia limitações, sejam smartphones sejam tablets ou mesmo notebooks. Para garantir que não houvesse problemas logo percebi que algumas regras eram fundamentais:
1 - O aluno deve escolher entre anotar a aula em papel ou em forma eletrônica, mas uma vez escolhida a forma oficial tem de se manter (ter o caderno fragmentado cada parte anotada em um lugar só dificultaria o estudo depois)
2 - Querer anotar tudo de forma eletrônica já impõe duas responsabilidades. A bateria tem que já vir carregada (a única tomada da sala não daria conta de permitir a possibilidade de recarregar aparelhos portáveis) e da primeira vez que for pego fazendo qualquer coisa em seu aparelho que não anotando a aula, automaticamente está proibido de fazer anotações eletrônicas e tem de passar o caderno inteiro à limpo e ser vistado.
3 - A anotação precisa ser feita usando algum programa ou aplicativo que se utilize da nuvem (isso só pode ser feito se os alunos tiverem a internet 3G ou o local em questão tiver uma rede wifi que suporte a conexão de todos os anotadores eletônicos na Internet ao mesmo tempo (fica da dica: modens wifi padrão, mesmo das melhores marcas, só conseguem conectar 15 aparelhos ao mesmo tempo) uma das soluções que arrumei foi compartilhar o meu próprio 3G do celular através de ancoragem wifi quando necesário. Neste caso os melhores programas que sugiro são o GoogleDrive (utilizando-se do recurso googledocs que já tanto falei aqui em meu blog) ou o Evernote, que tem muitas vantagens também.
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Para muitos talvez a anotação eletrônica pareça ser sem sentido. Qual a vantagem do aluno ter o seu caderno de forma eletrõnica? Não é melhor o caderno em papel com o qual todos já estão acostumados e não tem perigo de falhas?
Sem dúvida o caderno em papel tem suas vantagens, mas como essas já são evidentes para todos os que a usam há mais de 500 anos, prefiro me forcar nas vantagens das anotaões eletrõnicas:
A - A inserção em tempo real de imagens, mapas e gráficos. Com o acesso à imagens do google a um simples toque de dedo os cadernos compartilhados logo estavam lotados de imagens ilustrativas, explicativas, mapas e gráficos que comprovavam o que estava sendo falado em aula, davam mais realidade ao que estava sendo explicado. Muitas vezes uma imagem que estava presente em um texto ou apenas sendo mencionada no texto já se integrava ao caderno do aluno. Qualquer imagem ou mapa projetado por mim logo se incorporava ao caderno do aluno. E mesmo aqueles desejos mais complexos e esquemáticos, que não podiam ser achados prontos em lugar nenhum podiam ser incorporados através do simples recurso de se tirar fotos deles na lousa e inserir nos cadernos.
B - A facilidade quase nata dos alunos para anotação eletrônica. Pode parecer estranho para muitos mas a maior parte dos adolescentes hoje em dia tem como único momento em que escreve de forma manuscrita a sala de aula, todo o resto da comunicação escrita dele ocorre digitalmente. E na maior parte dos casos essa digitação não é feita em computadores, mas em aparelhos portáteis. Ou seja, ao permitir que se utilizem desses recursos estamos apenas fazendo com que façam as anotações se utilizando da forma que eles são mais especialistas, ao conrário das outras gerações que tiveram ou a sua inserção digital através de um grande teclado em cima da mesa, ou então que apenas tardiamente tiveram aceso às letras eletrõnicas e ficam "catando milho" na hora de digitar. Veja que a lógica aqui não foi obrigar a anotação eletrõnica, apenas permitir, assim muitos alunos que não se sentem a vontade em anotar digitalmente continuam tendo a segurança do papel
C - Empolgação dos alunos. Quando mais os alunos viam que suas anotaões estavam ficando mais completas, mais bonitas, com mais imagens e mapas mais começacam a se orgulhar delas. Sabemos que na sala de aula tradicional e nos cadernos tradicionais de papel há aqueles alunos que se orgulham em deixar o seu caderno impecável e outros nem tanto assim. Entretanto o que percebi é que muitos dos alunos que tinham cadernos em estado deplorável tinham muito mais facilidade de organização virtual destes cadernos e passaram a ter cadernos exemplares de forma eletrõnica. Claro, isso não é regra, há aqueles que mantiveram dificuldades em ambas anotações.
D - Uma das maiores vantagens entretanto que percebi ao me utilizar deste tipo de anotaões é a facilidade com que eu, professor, passei a ter acesso aos cadernos dos alunos. Em nossa correria é impossível recolher cadernos de centenas de alunos e levar para casa, mesmo que seja para dar uma simples olhadela. Mas todos os cadernos sejam do googledrive sejam os do evernote precisavam obrigatoriamente ser compartilhados comigo. Isso significa que ao final de cada aula eu tenho acesso a olhar o que cada aluno anotou. É claro que essa possibilidade de acesso não significa que eu vou olhar todos sempre, mas quando achar necessário posso ver, e tento ao menos ver um por semana. É incrível essa experiência pois se pode ter acesso quase em tempo real da forma como os alunos entenderam a matéria, inclusive perceber muito antes de qualquer avaliação se alguma coisa foi mal entendida por muitos e corrigir isso na aula seguinte.
E - Compartilhamento entre alunos. Cada caderno eletrônico é facilmente compartilhável com os colegas, desta forma alunos que faltam conseguem acesso muito mais facilmente ao conteúdo perdido além de que na hora de estudar os alunos passam a ter acesso a cadernos de coelgas para comletar a sua visão da aula vista, fazendo com que as notas médias de meus alunos após adotar os cadernos eletrônicos tenha subido em mais de um ponto.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Renascendo um blog
O que faz um blog que ja possui mais de cem mil visualizações mas que nao recebe atualizações há quase dois anos voltar a vida? Espero que a vontade de seu escritor as críticas construtivas de seus leitores e talvez novas parcerias de que, também se dedica a pensar tecnologia e educação. Vamos reativar o Tecnaula. Quem tiver ideias opiniões ou quiser ser parceiro do blog de alguma forma por favor entre em contato pelo email professorleandrovillela@gmail.com
terça-feira, 17 de setembro de 2013
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Visual, Auditivo ou Cinestésico
Faz já uns três anos que entrei em contato pela primeira vez com essa ideia da divisão das formas de aprendizagem. Há vários autores, incluindo de áreas não ligadas à educação (marketing por exemplo) que trabalham com essa multiplicidade de formas pelas quais as pessoas interagem com o mundo. Basicamente essa teoria defende que dependendo da vivência da pessoa na infância, ela dá foco maior para uma das três formas de aprendizagem (podendo também haver um equilíbrio entre as três).
Visual - A criança possui mais facilidade para compreender algo através de estímulos visuais. Ou seja, para ela é muito mais fácil compreender um gráfico do que uma sequência numérica. É muito mais importante as ilustrações e fotos do que os textos em si. A forma como o professor dispõe as palavras na lousa, em forma de mapa conceitual por exemplo, pode facilitar (ou dificultar) o aprendizado. Para uma pessoa visual, recursos como filmes, vídeos, charges, mapas, são indispensáveis. Ás vezes, um mesmo texto, sem os recursos visuais em anexo, pode ser incompreensível, mas bastam alguns exemplos visuais para o aprendizado (e o interesse) serem mais bem desenvolvidos. No cotidiano da escola, hoje em dia, é muito importante que os professores consigam recursos visuais sempre que possível, isso pois o nosso mundo está repleto destes apelos visuais, o que torna a pessoa visual facilmente distraída por outros estímulos visuais. Por exemplo, uma pessoa visual terá menos interesse em ler esse meu post, uma vez que ele não possui esse tipo de estímulo. Ainda que a pessoa esteja concentrada nesta leitura, qualquer chamada visual poderá lhe distrair, como um vulto ao seu lado, o movimento de um ventilador, algum objeto perto de si. Isso pois o foco de sua atenção de aprendizado está nas imagens, e não nas palavras. Ao mesmo tempo, essa pessoa poderá ser aficcionada por documentários, esquemas, mapas conceituais, entre outros.
Cinestésica - A criança possui mais facilidade de aprendizado através da interação física com objetos. Para essas crianças tanto a fala, como as imagens podem fazer menos sentido do que uma interação pessoal. Neste caso, aulas como as de laboratório, de educação física, ou mesmo as que os professores possam trazer objetos para serem manuseados, terá muito mais informações disponíveis, do que a aula tradicional. Isso não significa que a criança consiga se expressar com facilidade através de seu corpo. É importante lembrar que essa divisão em três formas de aprendizado, não está diretamente ligada à questão das inteligências múltiplas (sobre as quais ainda falarei aqui). Neste caso é fácil que eu, autor deste artigo, dê como exemplo eu mesmo. quando fiz um teste desta divisão, obtive como resultado que eu era um perfeito equilíbrio entre as três formas. Entretanto, eu que não tenho os menores dotes físicos, pratico esportes, sou desequilibrado corporalmente, não tenho rítimo de dança e nem bater palmas no rítimo da música consigo, jamais poderia imaginar que eu tinha o meu lado de aprendizado cinestésico tão desenvolvido quanto os outros. Entretanto, prestando atenção na forma como eu aprendo (e não como exponho minhas ideias) pude ver facilmente a presença de fatores de manuseio. Toda vez que tenho a oportunidade toco nas coisas, desmonto pequenos objetos para ver como funcionam, interajo, fuço, e até mesmo destruo coisas no processo. Algo típico de quem é cinestésico.
Utilizando-se desta divisão nas aulas de história:
Aqui está presente um grandioso desafio. Veja que a aula de história em si é essencialmente linguísitica (utilizando-se de um recurso auditivo ou de leitura) uma vez que ela é compsosta de narrativas históricas. Então como fazer para que os alunos mais visuais ou mais cinestésicos possam aprender com mais propriedade?
Bem, no campo visual temos uma pluralidade de recursos. Desde fotos dos povos das civilizações antigas, cartazes de guerra, vídeos históricos, documentários, fotos de ruinas arqueológicas, possibilidade de se analisar quadros, desenhos de vasos, etc. Então, por mais que haja a dificuldade na obtenção de tais recursos ou na estrutura da escola para os apresente (como datashow) Temos, a princípio, uma riqueza de material de pode ser explorada, caso vençamos as barreiras iniciais.
Agora, e o campo Cinestésico? Como é possível ao aluno interagir manuseando objetos históricos? Esse desafio é grande, mas alguns recursos existem. Primeiramente temos oficinas de arqueologia, que, ao meu ver, podem ser muito mais interessantes do que se enterrar no quintam pedaços de falsos fósseis para serem desenterrados, pois isso, apesar de gerar uma brincadeira, não trará conhecimento em si. Entretanto, a possibilidade de, por exemplo, interpretar através de objetos, características de seus possuidores, tornar-se uma atividade muito mais interessante. Temos também a possibilidade dos "live-actions" espécies de teatros interativos onde cada aluno pode assumir o papel de um determinado personagem histórico dentro de um contexto (ainda havendo a variação desta atividade chamada Simulação Global, muito comum nas aulas de línguas). Temos a possibilidade também de algumas oficinas históricas, por exemplo, ensinando os alunos a debulharem trigo como nos povos antigos, fiarem a partir do algodão, como os povos mesoamericanos, fazerem laços de quipó como os andinos, ou até mesmo oficinas de cerâmica grega. Apesar de serem atividades complexas, elas podem dar a esses alunos uma oportunidade única de conseguirem compreender nuances que seriam impossíveis a eles apenas através da escrita.
Texto: Leandro Villela de Azevedo
Ilustração: Karen Novak
domingo, 5 de junho de 2011
Compartilhando Material com os Professores
É muito comum que cada professor tenha em seu computador de casa um banco de questões para facilitar a pesquisa e utilização para preparação de suas próprias questões em suas avaliações. Entretanto o que ainda não ocorreu, infelizmente, é a conscientização destes professores de que seria muito mais interessantes para todos, caso essas questões fossem compartilhadas online, gratuitamente com os colegas, facilitando que tivéssemos um banco compartilhado de milhares, ou milhões de questões, ampliando e muito as possibilidades de pesquisa quando esta fosse efetivada.
Como por enquanto não consegui outros professores a fazerem o mesmo que eu, resolvo (e já o fiz há algum tempo) compartilhar gratuitamente as questões que tenho para auxiliar outras pessoas, na esperança de que futuramente outros possam igualmente fazê-lo
Questões - Mundo Islâmico (História e Atualidades)
Idade Média
Mesopotâmia
Egito Antigo
Pré-História
Introdução à História (Ferramentas da História)
Revoluções Burguesas (Revoulção Inglesa, Revolução Francesa, Independência dos EUA)
Texto: Leandro Villela de Azevedo
Ilustrações: Karen Novak
Como por enquanto não consegui outros professores a fazerem o mesmo que eu, resolvo (e já o fiz há algum tempo) compartilhar gratuitamente as questões que tenho para auxiliar outras pessoas, na esperança de que futuramente outros possam igualmente fazê-lo
Questões - Mundo Islâmico (História e Atualidades)
Idade Média
Mesopotâmia
Egito Antigo
Pré-História
Introdução à História (Ferramentas da História)
Revoluções Burguesas (Revoulção Inglesa, Revolução Francesa, Independência dos EUA)
Texto: Leandro Villela de Azevedo
Ilustrações: Karen Novak
ENEM - Humanidades
Esse pequeno post não chega a ser, em si, um post. Não é difícil achar hoje em dia material para se utilizar nas preparação de questões para provas e exercícios, e parte de meu material já divulguei gratuitamente pela Internet, inclusive citando isso em um post anterior aqui do "Tecnaula". Entretanto, resolve através de um mini-post, colocar à disposição também um importante arquivo contendo as provas do ENEM entre 2005 a 2010, seção de humanidades. Compartilhando com quem puder interessar:
Baixar Arquivo
Texto: Leandro Villela de Azevedo
Ilustração: Karen Novak
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